Um morador pode avisar um defeito encostando o celular numa tag do prédio?
Pode, e é um dos poucos usos que um morador tem motivo para repetir. Um identificador por equipamento transforma uma queixa vaga num aviso localizado. O cuidado vai no formulário: um aviso de defeito sobre um elevador não precisa saber quem está parado na frente dele.
Um aviso que sabe onde está
A parte cara de um aviso de defeito não é escrevê-lo, é descobrir o que o morador quis dizer. A luz do terceiro andar, a porta que emperra, o segundo elevador: uma administradora gasta tempo de verdade transformando isso num endereço, num ativo e numa empresa que conserta.
Um toque tira isso. A tag carrega um identificador para um equipamento, e o aviso chega com o prédio, o lugar e o ativo já presos a ele, o que a página da tag de ativo cobre para o caso geral.
Também tira a discussão sobre se um defeito já tinha sido avisado, porque dois avisos contra o mesmo identificador são visivelmente o mesmo defeito.
O que recebe uma tag
As coisas de que os moradores reclamam e para as quais conseguem apontar: elevadores, portas de entrada, depósitos de lixo, iluminação de cada andar, uma máquina de lavar, um portão. Cada uma recebe um identificador, e o cadastro guarda o que ela é e quem a mantém, o que a página do parque planeja e a página da manutenção detalha do lado de quem conserta.
As áreas comuns são de metal, úmidas e limpas com produtos fortes, então a construção é a usada para equipamentos e não um rótulo de papel, e uma tag que tem de sobreviver a um depósito de lixo lavado com alta pressão pertence a uma chapa.
Ponha a tag onde o defeito está, não na entrada. Uma tag só, num hall, para um prédio inteiro traz de volta a adivinhação que isso deveria eliminar.
O que o formulário deve perguntar
O que está errado, e nada mais por padrão. O ativo se sabe pela tag, o horário se sabe pela requisição, e nenhum dos dois precisa de um nome.
Ofereça os contatos como opção, para o morador que quer ser avisado quando estiver consertado, e diga com clareza para que o endereço vai ser usado. Um sistema de avisos que em silêncio monta uma lista de quem reclama do quê é outro sistema que aquele que foi oferecido aos moradores, e a página dos deveres de uma tag pública expõe o que a página deve a quem encostou o celular.
Qualquer pessoa consegue encostar o celular numa tag de área comum, inclusive uma visita e alguém que passa se a porta estiver aberta, então trate o formulário como público e projete-o assim, o que a página do site de destino descreve.
Fechar o ciclo
Mostre o estado daquele ativo quando a tag for tocada de novo. Um morador que encosta o celular numa luz queimada e lê que ela foi avisada na terça e está marcada para sexta não avisa de novo, e não telefona.
Esse único comportamento é o que faz o sistema valer o custo dele. Sem ele, um toque é uma caixa de sugestões e os avisos param dentro de um mês.
Mantenha as tags na ronda de manutenção. Uma tag que caiu é um defeito que fica sem aviso, e a página das trocas cobre manter uma população de tags viva ao longo de anos.
Perguntas frequentes
O morador precisa de aplicativo?
Não. A tag guarda um endereço web e o formulário abre num navegador, que é o único projeto que uma população variada de moradores vai de fato usar.
O formulário deve perguntar quem está avisando?
Não por padrão. O ativo e o horário vêm do toque, e um nome só é preciso se o morador quiser ser avisado quando estiver consertado.
Uma tag por prédio ou por equipamento?
Por equipamento. Uma tag só no hall traz de volta a adivinhação sobre qual luz de qual andar.
O que impede avisos falsos?
Nada, e isso importa menos do que parece: avisos repetidos contra um identificador são visivelmente repetidos, e um estado mostrado no toque elimina a maioria deles.