O que fazer com uma tag que sobrevive ao ativo?
Aposente o registro em vez de correr atrás da tag. Um ativo descartado cujo identificador ainda resolve é uma máquina que parece existir, e um dia alguém agenda uma manutenção nela ou a conta numa auditoria. Encerrar o registro é a operação que importa.
Aposentar o registro
Quando um ativo é descartado, encerre o registro dele e marque o identificador como aposentado. Essa é uma operação de banco de dados e leva segundos.
Um identificador que ainda resolve para um registro em vigor é pior que uma tag ausente, porque o sistema afirma que o ativo existe.
A falha é silenciosa e tardia: um cronograma de manutenção inclui uma máquina que foi sucateada, ou uma auditoria conta um ativo que ninguém encontra, e alguém gasta uma tarde nisso.
Faça da aposentadoria do registro parte da lista de verificação do descarte, e não algo lembrado depois, porque depois que o equipamento saiu ninguém está pensando em tags.
A tag vai embora com o ativo
A maioria das tags vai para onde o equipamento vai: para um comprador, um sucateiro ou uma recicladora.
Um identificador aposentado que não resolve para nada útil é inofensivo. Um que ainda devolve o registro do seu ativo é um pequeno vazamento de informação sobre o seu local, os seus equipamentos e os seus sistemas.
Decida o que um identificador aposentado devolve. Uma página neutra é melhor que um erro, e os dois são melhores que o registro.
Onde o equipamento é revendido, vale retirar a tag se ela traz informação impressa sobre a sua organização.
Reaproveitar as tags
Tecnicamente simples, se a tag nunca foi bloqueada e o identificador é reatribuído no sistema.
Fisicamente, raramente vale a pena. Uma tag retirada de um equipamento tem o adesivo envelhecido, o corpo entortado e anos de ambiente nas costas, e reinstalá-la é um bom jeito de instalar uma falha.
Onde as tags ficam em suportes e são simplesmente desencaixadas, o reaproveitamento é razoável, e as tags devem ser verificadas antes de voltar ao estoque.
E nunca reaproveite um identificador para outro ativo. Reatribuir uma tag está certo, e é reatribuindo um número que duas máquinas acabam dividindo um histórico.
O problema inverso
O caso mais comum é o contrário: a tag falha e o ativo continua.
A substituta tem de herdar o identificador, para que o histórico siga junto. Um número novo quer dizer uma máquina que parece ter sido instalada ontem.
Onde o chip espelha o identificador e o sistema faz a correspondência, isso quer dizer ligar a tag nova ao registro do ativo que já existe, em vez de criar qualquer coisa.
Registre a substituição com a data. Uma tag substituída duas vezes num ano está dizendo que a fixação ou a especificação para o ambiente está errada.
Perguntas frequentes
Devo retirar as tags de equipamentos descartados?
Aposentar o registro importa mais. Retirar a tag vale a pena onde ela traz informação impressa sobre a sua organização.
Posso reaproveitar uma tag de um equipamento sucateado?
Raramente vale a pena. O adesivo envelhecido e o corpo entortado fazem da reinstalação um jeito de instalar uma falha futura.
O que um identificador aposentado deve devolver?
Algo neutro, e não o registro do ativo nem um erro. Decida isso de propósito, já que a tag saiu do seu local.
Como substituir uma tag que falhou?
Ligue a tag nova ao registro do ativo que já existe, para que o histórico siga junto. Um identificador novo cria uma máquina sem passado.