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O seu próprio aparelho consegue agir como uma tag para um celular?

Três caminhos, e eles falham de modos diferentes. Uma tag dinâmica ligada ao microcontrolador, que responde mesmo com o aparelho desligado. Um chip leitor que também emula um cartão, que exige o aparelho alimentado. Ou uma tag comum que carrega um endereço, com outro rádio fazendo o trabalho.

Caminho um, uma tag dinâmica

A tag dinâmica é o caminho com menos condições. O chip apresenta ao celular um tipo de tag da norma, o microcontrolador grava o conteúdo por I2C ou SPI, e o celular o lê com o aparelho rodando, dormindo ou desligado da tomada, já que o campo alimenta a tag.

O limite dela é que o conteúdo é o que o firmware gravou por último. Um aparelho que ficou desligado um mês responde com o estado que tinha um mês atrás, o que é certo para uma configuração e errado para uma medição.

Caminho dois, um chip que emula

Um transceptor leitor consegue fazer o outro papel. A ficha técnica do TRF7970A da TI lista emulação de cartão ao lado da operação como leitor e ponto a ponto, uma máquina de estados de anticolisão integrada para emulação de transponder ISO/IEC 14443 A, e um detector de campo com níveis de despertar programáveis feito para a operação como alvo passivo: o chip dorme até o campo de um celular aparecer, e então responde.

Duas condições vêm junto. O aparelho tem de estar alimentado, porque o chip puxa do circuito em vez de puxar do campo, e as respostas têm de ser escritas: emular uma tag Tipo 4 quer dizer responder aos comandos que a página do Tipo 4 lista, o mesmo trabalho que um serviço Android faz em software na página da emulação de cartão.

O que isso compra é uma resposta nova a cada toque, calculada naquele momento, que tag guardada alguma consegue dar.

Caminho três, passar para outro rádio

O terceiro caminho para de tentar carregar a troca pelo NFC. A tag guarda um endereço, um identificador ou os parâmetros de outro enlace, e o celular passa para o Bluetooth ou para o Wi-Fi para qualquer coisa mais longa, a divisão que a página da comparação traça.

É o mais barato dos três, e o único que funciona quando a troca passa de algumas centenas de bytes: um toque decide quem fala com quem, e um rádio feito para vazão faz a conversa.

Escolher entre eles

Pergunte o que tem de ser verdade quando o celular chegar. Se o aparelho pode estar desligado ou descarregado, só a tag dinâmica responde. Se a resposta tem de ser diferente a cada toque, o chip que emula é o certo. Se o que vem depois do toque é um arquivo, um fluxo ou uma sessão, planeje a passagem e deixe o NFC fazer a apresentação.

Depois pergunte do que o lado do celular precisa. Um tipo de tag da norma é lido por qualquer celular sem aplicativo algum, enquanto uma troca proprietária quer dizer escrever um aplicativo dos dois lados, e no iPhone a página da emulação de cartão mostra como essa estrada é estreita. As restrições do celular em geral decidem isso antes do circuito.

Perguntas frequentes

Um aparelho consegue responder a um celular enquanto está desligado?

Só por uma tag que o celular alimenta, como uma tag dinâmica. Um chip que emula tira a energia do circuito, então o aparelho tem de estar rodando.

Um aparelho que emula precisa de um aplicativo no celular?

Não se ele emular um tipo de tag da norma e responder com NDEF. Uma troca proprietária precisa de um aplicativo dos dois lados.

Que caminho dá uma resposta diferente a cada toque?

O chip que emula, que calcula a resposta dele quando o leitor pergunta. Uma tag dinâmica responde com o que o firmware gravou por último.

E se a troca for grande?

Passe para outro rádio. O NFC apresenta os dois aparelhos, e o Bluetooth ou o Wi-Fi carrega o que vem depois.