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Que chip leitor serve a um projeto com microcontrolador?

Aquele cuja ficha técnica lista os protocolos que as suas tags falam, um barramento que o seu microcontrolador tem, e uma alimentação que o seu circuito consegue dar. Um transceptor multiprotocolo como o TRF7970A cobre ISO 14443 A e B, ISO 15693 e FeliCa por SPI ou por um barramento paralelo, e excita uma antena que você mesmo projeta.

Os protocolos vêm primeiro

Um chip leitor responde às tags que a ficha técnica dele lista, e a mais nenhuma. A ficha técnica do TRF7970A da TI anuncia tratamento completo de protocolo para ISO/IEC 15693, ISO/IEC 18000-3, ISO/IEC 14443 A e B e FeliCa, mais NFCIP-1 e NFCIP-2, com codificadores, decodificadores e enquadramento a 106, 212 e 424 kbps. Um chip que liste menos deles não vai ler o que ele não lista, faça você o que fizer com a antena.

Então a escolha começa pelas tags, não pelo chip. Liste o que o projeto tem de ler, em tipos de tag do NFC Forum e em normas, com a página dos tipos de tag se o fornecedor respondeu em referências de chip, depois guarde só os chips cuja ficha técnica cobre todos eles.

O barramento e a alimentação

A mesma ficha técnica dá a fiação. O TRF7970A oferece uma interface paralela ou SPI com um buffer de 127 bytes, aceita de 2,7 V a 5,5 V, e tem níveis de entrada e de saída programáveis de 1,8 V a 5,5 V, que é o que decide se um conversor de nível aparece no seu circuito. O regulador dele consegue fornecer 20 mA ao microcontrolador e ao resto do circuito, e o modo de baixo consumo dele puxa menos de 1 µA.

Esses números importam mais do que parecem. Um aparelho a bateria que acorda num toque vive do número do modo de baixo consumo, e um circuito cujo microcontrolador roda a 1,8 V vive dos níveis programáveis.

O que ele faz com o campo

A potência de saída é um ajuste em vez de uma propriedade: o TRF7970A é programável em +20 dBm ou +23 dBm, e um receptor duplo com informe de intensidade de sinal existe para sobreviver a buracos de leitura e a ruído ambiente. Um detector de campo com níveis de despertar programáveis deixa o chip ficar quieto até um campo aparecer, que é como o mesmo chip consegue agir como alvo em vez de agir como leitor, o assunto da página do aparelho como tag.

Ler a distância não é um desses ajustes. O que o campo alcança é decidido pela antena e pela tag, como explica a página do alcance, e a regulamentação limita o resto.

O que o chip não dá a você

Uma antena, primeiro. O chip excita um laço que você projeta e casa, e a página da antena cobre o que isso envolve; uma rede de casamento é uma medição, não um esquema a copiar.

E a pilha de protocolos acima do rádio. Tratamento completo de protocolo quer dizer enquadramento e temporização, não as operações do tipo de tag: encontrar uma mensagem NDEF numa tag Tipo 2 ou percorrer os arquivos de uma tag Tipo 4 continua sendo o seu código, como expõem a página do Tipo 2 e a página do Tipo 4.

Antes de tudo isso, pergunte se o leitor tem de ser seu. Um celular é um leitor, e para um projeto que lê algumas tags por dia ele é o mais barato, uma comparação que a página dos aparelhos faz para a produção.

Perguntas frequentes

Como saber de que protocolos eu preciso?

Liste as tags que o projeto tem de ler, por tipo do NFC Forum e por norma, depois guarde só os chips cuja ficha técnica lista todos eles.

Um mesmo chip consegue ler tags e também agir como uma?

Alguns conseguem. A ficha técnica do TRF7970A lista emulação de cartão e operação como alvo passivo ao lado do modo leitor, com um detector de campo para acordar diante de um leitor.

O chip vem com uma antena?

Não. Ele excita um laço que você projeta e casa com ele, e o casamento é medido no seu próprio circuito em vez de ser copiado de uma referência.

O que decide a distância de leitura?

A antena e a tag, não o ajuste de saída. A regulamentação limita o campo, e a antena decide quanto dele chega à tag.