PVC, PET ou papel: que substrato dura?
Papel para uso interno de curto prazo, PET para qualquer coisa exposta à umidade ou ao calor, PVC para cartões que vivem numa carteira. O ambiente decide, e a umidade decide a maior parte. Um substrato escolhido pela aparência e não pelas condições é a razão mais comum de uma instalação envelhecer mal.
Quatro materiais
| Material | Aguenta | Falha por | Uso típico |
|---|---|---|---|
| Papel | Ambiente fechado, seco, curto prazo | Qualquer umidade, qualquer manuseio | Eventos, rótulos temporários |
| Filme PET | Umidade, calor, produtos químicos | Vinco fechado, abrasão | Equipamentos, rótulos ao ar livre |
| Cartão PVC | Manuseio, carteiras, impressão | Calor prolongado, flexão | Cartões de visita e de acesso |
| Epóxi ou resina | Impacto, clima, produtos químicos | Espessura, custo, rigidez | Máquinas, pontos ao ar livre |
O silicone aparece em pulseiras, onde a flexibilidade e a lavagem importam mais que qualquer coisa desta lista. A madeira e o bambu aparecem em cartões vendidos pela aparência, com consequências que merecem um guia próprio.
A umidade é a causa de morte habitual
Não porque a água barre o sinal. A água atenua o campo um pouco e uma tag úmida em geral continua sendo lida.
Ela mata destruindo o substrato. O papel incha e se delamina, o adesivo se solta, e a antena fica sem apoio e livre para vincar. A tag então falha mecanicamente, e o diagnóstico parece uma falha eletrônica misteriosa.
A condensação conta. Uma tag num espaço sem aquecimento passa pelo orvalho toda noite, o que é um teste mais duro que uma chuva ocasional e costuma ser ignorado na fase de planejamento.
Casar o material com o ambiente
Em ambiente fechado, seco, substituído em meses: o papel é honesto e barato, e não há razão para pagar mais.
Em ambiente fechado mas tocado diariamente, ou em qualquer lugar úmido: PET, porque ele ignora exatamente o que o papel não suporta.
Carregado num bolso ou numa carteira: cartão de PVC, que é feito para a flexão e a abrasão dessa vida e aceita bem a impressão.
Ao ar livre, em máquinas, ou numa área de lavagem: epóxi ou uma tag totalmente encapsulada, aceitando a espessura que vem com isso.
O que perguntar a um fornecedor
Nomeie o substrato em vez de aceitar “durável” ou “à prova de água”, que não são materiais.
Pergunte a faixa de temperatura em serviço, e confira contra o ambiente real e não o nominal. O interior de um veículo, uma parede virada para o sol e a carcaça de uma máquina alcançam temperaturas que ninguém prevê.
Pergunte se a tag é selada ou apenas revestida na face. Uma face laminada sobre uma borda aberta deixa a umidade entrar pelo perímetro, que é onde as tags de papel costumam começar a falhar.
Depois envelheça uma amostra no lugar real por um mês. É o teste mais barato que existe e ele resolve discussões que nenhuma ficha técnica resolve.
Perguntas frequentes
Uma tag à prova de água é genuinamente à prova de água?
Depende de as bordas estarem seladas. Uma face resistente à água sobre uma borda aberta admite umidade pelo perímetro, e é ali que as falhas começam.
O substrato muda a distância de leitura?
Só pela espessura, que afasta a antena um pouco mais do leitor. Os substratos comuns são transparentes ao campo.
Dá para usar tags de papel ao ar livre se eu laminá-las?
A laminação ajuda e raramente sela as bordas por completo. Para qualquer coisa feita para durar ao ar livre, um substrato próprio custa menos que trocar a instalação.
Qual substrato aceita melhor a impressão?
O cartão de PVC, que é feito para impressoras de cartão. Os rótulos de PET aceitam bem com o processo certo, e o papel aceita com facilidade e dura menos.