Quantos itens uma pessoa consegue ler por hora com NFC?
O toque leva cerca de um segundo e chegar ao item leva muito mais, então o número é definido pelo seu prédio e não pela tecnologia. Meça um corredor de verdade com um operador de verdade antes de prometer um número, porque nenhum número publicado descreve o seu local.
O deslocamento domina
Uma leitura leva mais ou menos um segundo, incluindo apresentar o celular e receber a confirmação.
Chegar ao item, achar a tag nele e passar para o próximo é onde o tempo se gasta. Num armazém isso muitas vezes se mede em dezenas de segundos por item.
Então a tecnologia não é o gargalo, e um leitor mais rápido melhora uma fração de uma fração.
Isso também quer dizer que o NFC e um código impresso produzem uma cadência parecida para o mesmo percurso, o que tira a velocidade da discussão entre os dois.
Meça o seu
Pegue um operador, um corredor de verdade e um cronômetro. Conte os itens concluídos em vinte minutos e multiplique.
Faça isso com o equipamento que ele vai usar de fato, vestindo o que vai vestir de fato, no horário em que o trabalho acontece.
Depois faça de novo num corredor diferente, porque uma prateleira densa e um pátio espalhado produzem números muito diferentes, e a média dos dois não descreve nenhum.
Vinte minutos de medição valem mais que qualquer referência publicada, e dão um número que você consegue defender.
O que acelera de fato
A consistência na posição das tags. Se toda tag está no mesmo lugar em todo item, o operador para de procurar, e procurar é a maior parte do tempo por item.
Um alvo marcado na tag, para que o celular vá ao ponto certo na primeira vez.
A ordem do percurso. Ler na ordem em que os itens estão dispostos ganha de ler na ordem em que uma lista foi impressa.
E um aparelho que confirma com clareza. Um operador que não tem certeza de que uma leitura deu certo toca de novo, o que dobra o custo de toda leitura incerta.
O que prometer
Um número medido no seu próprio local, com as condições declaradas: qual corredor, qual operador, qual equipamento.
Não um número de fornecedor, que descreve uma demonstração e não o seu prédio.
Inclua a taxa de falha no número. Os itens que precisam de uma segunda tentativa, ou de uma volta, fazem parte da cadência real.
E revise o número depois de um mês de uso real, porque a primeira semana é aprendizado e o número melhora quando os operadores param de procurar as tags.
Perguntas frequentes
O NFC é mais rápido que um código de barras num inventário?
Não de forma significativa, já que o deslocamento domina os dois. O NFC ganha com rótulos sujos e pouca luz, e não na velocidade.
Um leitor dedicado seria mais rápido?
Um pouco por leitura, e o deslocamento não muda. Ele ajuda mais onde os itens chegam a um posto fixo.
Por que os meus operadores tocam duas vezes?
Em geral porque a confirmação não é clara. Um operador que não tem certeza de que uma leitura deu certo a repete, o que é custo puro.
Posso usar o número de cadência de um fornecedor?
Só como demonstração. Meça um corredor de verdade com um operador de verdade, porque quem define o número é o prédio e não a tecnologia.