Uma tag NFC é um bom jeito de compartilhar os seus dados de contato?
Quando você entrega algo repetidas vezes e quer que a troca pareça deliberada. Para dar um número a uma pessoa, dizê-lo em voz alta ainda é mais rápido, e o celular que vocês dois estão segurando já tem um recurso de compartilhamento que não precisa de objeto nenhum.
Quando ela ganha
Quando você faz isso com frequência. Um toque que economiza trinta segundos não vale nada uma vez e vale alguma coisa todo dia.
Quando o objeto faz parte da impressão: num evento, numa barraca de feira, do outro lado de um balcão. Entregar alguma coisa é um ato diferente de ditar um número.
Quando a outra pessoa já está segurando um celular e, de outro modo, estaria digitando.
E quando o que você compartilha é mais que um número: vários jeitos de falar com você, um portfólio, uma página de agendamento.
Quando ela perde
Para um número, uma vez. Dizê-lo é mais rápido e não precisa de objeto, de explicação nem de um celular que funcione.
Quando a outra pessoa não sabe o que fazer. Um objeto sem explicação produz uma pausa, e a pausa custa mais do que a digitação teria custado.
Quando o toque não funciona no celular dela, o que você não tem como prever, e acontece.
E quando os próprios celulares já permitem compartilhar um contato entre duas pessoas que estão juntas, o que não exige comprar nada.
Uma tag que você guarda
Esse é o formato que funciona no uso pessoal: uma tag que é sua, apresentada repetidas vezes, e nunca entregue.
Ela pode ser um cartão na carteira, um adesivo nas costas do celular, um chaveiro ou um anel.
Como ela fica com você, dá para regravá-la. Essa é a diferença importante em relação a um cartão que você distribui, e ela muda o que você pode gravar nela com segurança.
E um bom objeto não custa nada por uso, o que torna a conta do caso pessoal inteiramente diferente de equipar uma equipe.
O que gravar nela
Um endereço curto para uma página que você controla, que funciona em todo celular e pode ser mudado a qualquer momento.
Não os seus dados gravados diretamente, a menos que você de fato a apresente em lugares sem cobertura, já que os dados gravados ficam congelados em qualquer tag que já não esteja com você.
Mantenha a página rápida e dê a ela uma ação óbvia, porque um estranho que olha para a tela pela primeira vez tem poucos segundos de atenção.
E diga o que a tag é quando a apresentar. Duas palavras eliminam a pausa e dobram a taxa de sucesso.
Perguntas frequentes
É melhor que simplesmente dizer o meu número?
Não para um número, uma vez. Ela ganha quando você faz isso repetidas vezes, quando há mais que um número a compartilhar, ou quando o objeto faz parte da impressão.
Devo gravar os meus dados na tag?
Só se você a apresentar onde não há cobertura. Um link mantém tudo mudável e funciona em todo celular.
E se o celular da pessoa não ler a tag?
Acontece, e você não tem como prever. Tenha o endereço impresso ou esteja pronto para dizê-lo, e siga adiante em vez de investigar.
Preciso comprar alguma coisa?
Dois celulares juntos já conseguem compartilhar um contato sem objeto nenhum. Uma tag ganha o lugar dela pela repetição e pela apresentação.